Parque Dona Lindu recebe exposição gratuita de material do Exército Brasileiro; conheça peças

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Parque Dona Lindu recebe exposição gratuita de material do Exército Brasileiro; conheça peças

Será no Parque Dona Lindu, em Boa Viagem, Zona Sul da cidade, que oficialmente estará aberta a programação do Ciclo Natalino do Recife, no próximo domingo (1º).No palco, o multiartista pernambucano Antonio Nóbrega, 72,  ao lado da Orquestra Sinfônica do Recife (OSR), que terá a regência do maestro Lanfranco Marceletti Jr., comandam a noite em concerto marcado para as 18h. Além de moderno, o teatro é reversível e pode se transformar num palco gigantesco aberto para o lado externo do parque, possibilitando shows maiores. Feito a partir de um projeto arquitetônico idealizado por Oscar Niemeyer, o parque apresentava construções de concreto gigantescas, que contrastavam com o desejo dos vizinhos por um espaço de lazer verde e sem construções.

‘Mini Festival’ de música infantil tem shows, peças, contação de histórias e filmes no Parque Dona Lindu

‘Há alguns anos eu venho desenvolvendo um trabalho junto com a orquestras brasileiras, sobretudo a Orquestra Ouro Preto, em vários concertos pelo Brasil. No palco, o multiartista pernambucano Antonio Nóbrega e a Orquestra Sinfônica do Recife (OSR), com regência do maestro Lanfranco Marceletti Jr., comandaram a noite, com participação especial do bandolinista pernambucano Marcos Cesar. O projeto de PPP foi coordenado pela Secretaria de Planejamento, Gestão e Transformação Digital do Recife e executado pela da Secretaria Executiva de Parcerias Estratégicas, em conjunto com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O secretário de Planejamento e Gestão do Recife, Felipe Matos, avalia que “a concessão de parques urbanos representa um salto de qualidade nos serviços prestados à população. Desse total, 87% (R$ 243,2 milhões) serão em custos operacionais, para o funcionamento diário do parque, e 13% (R$35,8 milhões) em obras de qualificação e ampliação dos serviços e aquisição de equipamentos. A promessa do consórcio é investir, nos três parques da zona norte, R$279 milhões ao longo dos 30 anos de contrato (mais de R$ 9 milhões ao ano, em média).

Parque Dona Lindu em Recife: urbanismo à beira-mar

Agora em 2023, o festival tem a oportunidade de ocupar o Parque Dona Lindu para realizar a sua segunda edição! A ação é voltada para músicos, professores, profissionais de educação e cultura e explora a prática de construção do indivíduo no contato consigo e com o mundo. “A importância da música na educação” é o tema da oficina para adultos, que acontecerá na Unicap e será ministrada pelo percussionista e musicoterapeuta, Luca Teixeira (PE). Para o público infantil, ainda terão as vivências “Entre www.parquedonalindu.com sons e recicláveis vivenciando a percussão de ritmos populares”, com Luca Teixeira, “Caboclinho, ancestralidade e ritual no corpo contemporâneo”, com Iara e Íris Campos, e “De onde vem esse som? Ela tem como base os saberes ancestrais que constituem o fazer do corpo negro brasileiro, do Mestre Meia-Noite e da arte negra do Recife. O segundo Mini traz uma rede de sonoridades, timbres, melodias que dançam, cantam e convidam o público a descobrir o ‘ouvido de dentro’, como nos diria Villa-Lobos”, comenta Karen Accioly, curadora do ciclo formativo.

Nos parques, a programação será oferecida aos domingos, nos dias 8, 15, 22 e 29. A Avenida Rio Branco, no Bairro do Recife, maior polo e palco do ciclo, tem programação de sexta a domingo, entre os dias 6 e 8, 13 e 15, 20 e 22, 27 e 29. Tive a ideia de fazer mais um concerto com Orquestra sinfônica de Recife e aqui estou aqui no parque Dona Lindu para uma apresentação de músicas minhas, de Capiba e outros compositores.

Exposição “Mukha Dhouti”, de Dayse Pontes

A resistência de um espaço aberto em local de tamanha valorização imobiliária se deveu ao fato do mesmo pertencer à Aeronáutica. O sítio, inserido entre duas avenidas importantes, resistiu incólume ao intenso processo de urbanização ocorrido ao seu redor; ao “boom” imobiliário que trouxe as famílias do centro a residir na Zona Sul da cidade, com seu ápice por volta dos anos 70 do século passado. Réveillon – Para receber 2025 com mais acordes e novas alegrias, a Prefeitura do Recife montará ainda três palcos, no Ibura, na Lagoa do Araçá e no Morro da Conceição, além da já anunciada festa na orla de Boa Viagem. " ‘Serenata Suburbana’ é uma música que eu não canto há muito tempo, mas senti vontade de cantá-la. É algo nostálgico, que toca fundo nas pessoas. Acho que vai ficar bonito no ambiente do Parque Dona Lindu”, comentou Nóbrega.

  • À beira mar da praia de Boa Viagem, cartão postal da Zona Sul da cidade, havia um espaço vazio… Amplo, ensolarado, varrido por brisas tropicais, abrindo-se generosamente para o Oceano Atlântico.
  • A entrada do teatro Luiz Mendonça tem rampa, assim como o acesso ao foyer e aos camarins.
  • O local fora, nos idos da Segunda Guerra Mundial, uma reserva, uma base brasileiro-americana para instalação de artilharia, a fim de “recepcionar” os navios alemães que porventura avançassem por águas brasileiras, com destino à costa recifense.
  • 📍 Parque Dona Lindu – Av.

Moramos em Boa Viagem e levo meus filhos de vez em quando ao parque e começamos a nos acostumar. Gosto muito dos projetos de Niemeyer mas acho que o estilo arquitetônico não condiz com o entorno. Chegando ao parque não vemos essa área verde toda porque praticamente não vemos árvores, mas sei que gramado conta então os 60% eles estão lá. O projeto é de Oscar Niemeyer e o custo total da obra ficou na casa dos 30 milhões de reais. Reivindicavam que fosse um parque com mais verde, com menos concreto que se adequasse à paisagem do lugar.

Orun Santana (PE), artista, bailarino, capoeirista, professor e pesquisador em dança e cultura negra, vai realizar sua vivência “Malunga”, na Galeria Janete Costa.A oficina é aberta ao público e voltada para crianças de todas as idades. A apresentação brinca com as linguagens de circo, música e teatro, trazendo obras de compositores como Mozart e Villa-Lobos, que ficam a cargo de um quarteto de cordas cheio de personalidade. O projeto de Miemeyer contempla, ainda, teatro, pavilhão para exposições e uma área de alimentação. ⇒ As fotos dos eventos estão no site do parque mas foi enviado um pedido de liberação para uso.

As músicas serão tocadas em ritmos brasileiros, como choro, xote, baião e samba. O festival reúne espetáculos de teatro e dança e performances de 16 grupos vindos de 15 estados, com temas relacionados à espiritualidade, às relações familiares e à influência dos povos ancestrais. A programação reúne cultura, fé, gastronomia e atrações musicais. Superadas polêmicas e desafetos, pela afirmação do talento e da beleza sobre a criticidade vazia, hoje o parque é um total sucesso, além de um fato arquitetônico marcante na paisagem da urbis. Quem viveu tanto bem sabia que um projeto não se completa no papel e nem com sua inauguração… Elementos como o próprio público, o passar das estações, o crescimento da vegetação, complementam o trabalho.

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